Vale a pena conferir a campanha Bota prá Fazer, que é a versão brasileira do Movimento Global pelo Empreendedorismo.
Em especial publico aqui o making of do video do Luiz Seabra, fundador da Natura. É bastante inspirador e explica porque eu trabalho nesta empresa há quase 15 anos. É uma empresa em que encontro lugar para abraçar minhas paixões.
http://br.youtube.com/watch?v=OQB_QrcG9fA
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Inteligência Coletiva
texto de Renato Dias
Mas afinal, o que é Inteligência Coletiva?
Segundo Pierre Lévy, filósofo, autor de A Inteligência Coletiva, trata-se de uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências.
O saber não é nada mais do que o que as pessoas sabem. Ou seja, ninguém sabe tudo e todos sabem alguma coisa. Se você cometer a fraqueza de pensar que alguém é ignorante, procure em que contexto essa pessoa sabe algo que você não sabe.
Valorize a inteligência das pessoas. Se não valorizarmos a inteligência do outro, essa inteligência não reconhecida nunca passará de potência ao ato.
Se reconhecermos a inteligência de cada um, podemos fomentar uma transformação contínua e orgânica das coisas. Ao invés de decisões molares (massivas), tomaremos decisões moleculares, onde a partir de pequenas e constantes decisões formamos algo maior, de baixo para cima. Regimes totalitários e burocráticos não dão certo, pois eles minam o surgimento da inteligência coletiva.
Utilizamos somente uma pequena parte do ativo da inteligência coletiva, pois existe uma "inteligência oficial" que nos leva a desprezar boa parte do conhecimento que está espalhado. Na era do conhecimento, não reconhecer a inteligência do outro é recursa-lhe sua identidade social. Reconhecê-la é permitir que se indentifique de forma nova e positiva, contribuindo para mobilizá-lo, para desenvolver nele sentimentos de reconhecimento que facilitarão, consequentemente, a colaboração dele e de outras pessoas em projetos coletivos.
"Com fontes materiais iguais, com necessidades econômicas equivalentes, a vitória cabe aos grupos cujos membros trabalham por prazer, aprendem rápido, mantêm seus compromissos, respeitam-se e reconhecem-se uns aos outros como pessoas, passam e fazem passar ao invés de controlar territórios. Ganham os mais justos, os mais capazes de formar em conjunto uma inteligência coletiva."
Mas afinal, o que é Inteligência Coletiva?
Segundo Pierre Lévy, filósofo, autor de A Inteligência Coletiva, trata-se de uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências.
O saber não é nada mais do que o que as pessoas sabem. Ou seja, ninguém sabe tudo e todos sabem alguma coisa. Se você cometer a fraqueza de pensar que alguém é ignorante, procure em que contexto essa pessoa sabe algo que você não sabe.
Valorize a inteligência das pessoas. Se não valorizarmos a inteligência do outro, essa inteligência não reconhecida nunca passará de potência ao ato.
Se reconhecermos a inteligência de cada um, podemos fomentar uma transformação contínua e orgânica das coisas. Ao invés de decisões molares (massivas), tomaremos decisões moleculares, onde a partir de pequenas e constantes decisões formamos algo maior, de baixo para cima. Regimes totalitários e burocráticos não dão certo, pois eles minam o surgimento da inteligência coletiva.
Utilizamos somente uma pequena parte do ativo da inteligência coletiva, pois existe uma "inteligência oficial" que nos leva a desprezar boa parte do conhecimento que está espalhado. Na era do conhecimento, não reconhecer a inteligência do outro é recursa-lhe sua identidade social. Reconhecê-la é permitir que se indentifique de forma nova e positiva, contribuindo para mobilizá-lo, para desenvolver nele sentimentos de reconhecimento que facilitarão, consequentemente, a colaboração dele e de outras pessoas em projetos coletivos.
"Com fontes materiais iguais, com necessidades econômicas equivalentes, a vitória cabe aos grupos cujos membros trabalham por prazer, aprendem rápido, mantêm seus compromissos, respeitam-se e reconhecem-se uns aos outros como pessoas, passam e fazem passar ao invés de controlar territórios. Ganham os mais justos, os mais capazes de formar em conjunto uma inteligência coletiva."
sábado, 30 de agosto de 2008
Qual é o limite entre a colaboração e a proteção?
Difícil dizer. Este é um dos dilemas da colaboração. Quanto mais colaboração menos proteção. E como é que podemos lidar com isso?
Conseguimos achar um caminho para a geração coletiva do conhecimento. Com uma tecnologia relativamente simples é possível juntar centenas de pessoas em wikishops. Maravilhoso.
O que não é maravilhoso é que minutos depois o conteúdo vá parar no Orkut. Não foi por mal, porque foi em prol da colaboração. E também a busca por reconhecimento.
Concluo da experiência que a empresa deve ser a primeira a reconhecer e trazer a comunidade de prática para junto de si através dos líderes. Se isso não acontecer, a comunidade busca seus meios de comunicação e de reconhecimento, que podem oferer riscos.
Para usufruir da comunidade de prática é preciso ser parte dela e jogar com as mesmas regras. Peer to peer. não se pode alugar uma comunidade de prática.'É preciso fazer parte ativa dela e buscar o ganha-ganha. O retorno é seguramente bem maior do que o temor da abertura exigida por um processo colaborativo em massa.
Conseguimos achar um caminho para a geração coletiva do conhecimento. Com uma tecnologia relativamente simples é possível juntar centenas de pessoas em wikishops. Maravilhoso.
O que não é maravilhoso é que minutos depois o conteúdo vá parar no Orkut. Não foi por mal, porque foi em prol da colaboração. E também a busca por reconhecimento.
Concluo da experiência que a empresa deve ser a primeira a reconhecer e trazer a comunidade de prática para junto de si através dos líderes. Se isso não acontecer, a comunidade busca seus meios de comunicação e de reconhecimento, que podem oferer riscos.
Para usufruir da comunidade de prática é preciso ser parte dela e jogar com as mesmas regras. Peer to peer. não se pode alugar uma comunidade de prática.'É preciso fazer parte ativa dela e buscar o ganha-ganha. O retorno é seguramente bem maior do que o temor da abertura exigida por um processo colaborativo em massa.
domingo, 24 de agosto de 2008
MUDE!
Por Edson Marques
Mude,
Mas comece devagar, porque a direção é mais importante do que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente no campo, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos...
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama... depois, procure dormir em outras camas da casa.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais...leia outros livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, outro creme dental... tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva versos e poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.
Grite o mais alto que puder no espaço vazio.
Deixem pensar que você está louco.
Aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
A positividade que você está sentindo agora.
Só o que está morto não muda!
Ser Feliz Hoje !
Mude,
Mas comece devagar, porque a direção é mais importante do que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente no campo, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos...
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama... depois, procure dormir em outras camas da casa.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais...leia outros livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, outro creme dental... tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva versos e poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.
Grite o mais alto que puder no espaço vazio.
Deixem pensar que você está louco.
Aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
A positividade que você está sentindo agora.
Só o que está morto não muda!
Ser Feliz Hoje !
sábado, 16 de agosto de 2008
Projeto Homem Virtual
Clique no link abaixo e saiba mais sobre o maravilhoso projeto do Homem Virtual, uma super inovação em ensino.
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/wma/player_gradio.asp?audio=2008%2Fcolunas%2Fmaissp%5F080812%2Ewma&OAS%5Fsitepage=sgr%2Fsgr%2Fradioclick%2Fradiosam%2Fcbn%2Fbusca
Vale a pena entrar no site e aprender mais! Se é divertido para adultos, imaginem para as crianças!
http://www.projetohomemvirtual.com.br/projetos.aspx
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/wma/player_gradio.asp?audio=2008%2Fcolunas%2Fmaissp%5F080812%2Ewma&OAS%5Fsitepage=sgr%2Fsgr%2Fradioclick%2Fradiosam%2Fcbn%2Fbusca
Vale a pena entrar no site e aprender mais! Se é divertido para adultos, imaginem para as crianças!
http://www.projetohomemvirtual.com.br/projetos.aspx
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Conheça o novo concorrente do Google: Cuil
Nesta segunda feira foi lançado o Cuil, novo buscador concorrente do Google.
"Cuil is an old Irish word for knowledge. For knowledge, ask Cuil"
O povo da Blogosfera parece que não curtiu.
O Cuil promete ser mais eficiente que o Google porque seleciona o conteúdo relevante. Só que brinquei com algumas palavras e a busca saiu meio furada. Acho que vai precisar de mais tempo...
http://www.cuil.com/
Para mais informações...PROCURE NO GOOGLE!!!
"Cuil is an old Irish word for knowledge. For knowledge, ask Cuil"
O povo da Blogosfera parece que não curtiu.
O Cuil promete ser mais eficiente que o Google porque seleciona o conteúdo relevante. Só que brinquei com algumas palavras e a busca saiu meio furada. Acho que vai precisar de mais tempo...
http://www.cuil.com/
Para mais informações...PROCURE NO GOOGLE!!!
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Building Web 2.0 enterprise
Vale a pena ler a pesquisa da Mc Kinsey sobre a adoção de ferramentas WEB 2.0 nas organizações. Seguem os highlights:
- Companies have adopted more Web 2.0 tools this year than in 2007 and are using them for higher-value purposes, according to McKinsey’s second annual survey on the business use of Web 2.0 technologies.
- Some 21 percent of the respondents are very satisfied with the way their companies use Web 2.0 tools, which are changing management practices and even organizational structures.
- Other companies report that the barriers to adopting Web 2.0 tools include management’s inability to grasp their potential financial returns, unresponsive corporate cultures, and less-than-enthusiastic leadership.
http://www.mckinseyquarterly.com/PDFDownload.aspx?L2=13&L3=13&ar=2174&srid=17
- Companies have adopted more Web 2.0 tools this year than in 2007 and are using them for higher-value purposes, according to McKinsey’s second annual survey on the business use of Web 2.0 technologies.
- Some 21 percent of the respondents are very satisfied with the way their companies use Web 2.0 tools, which are changing management practices and even organizational structures.
- Other companies report that the barriers to adopting Web 2.0 tools include management’s inability to grasp their potential financial returns, unresponsive corporate cultures, and less-than-enthusiastic leadership.
http://www.mckinseyquarterly.com/PDFDownload.aspx?L2=13&L3=13&ar=2174&srid=17
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